Testamos: Produtos da Petbrilho

Alguns produtos do mercado estão aí para nos ajudar. São infinitos “pipi pode”, “pipi não pode”, “anti mordedura”, “anti mutilação”, que todo dono de pet costuma ter em casa

Projeto criado por defensora incentiva leitura entre presidiárias

Iniciativa desenvolvida no Instituto Penal Oscar Stevenson contempla, com kits de produtos de higiene pessoal e beleza, detentas que leem regularmente. Pela regra atual, cada livro lido reduz a pena em quatros dias

3 exercícios para quem fica muito no celular

Ficar com o aparelho na mão pode comprometer a saúde do corpo

WhatsApp e redes sociais: pessoal e profissional não devem interferir um no outro

Uso das ferramentas online é cada vez mais comum por parte de empresas e funcionários, porém elas podem causar grandes desgastes nas relações trabalhistas e pessoais

Sustentabilidade nas pizzarias

Estabelecimentos apostam na saúde do meio ambiente para levar o melhor sabor à mesa

domingo, 31 de julho de 2016

Ciência descobre gene de doença com ajuda do desafio do balde de gelo

Brincadeira que ganhou espaço nas redes sociais auxilia pesquisa científica de doença 

Stephen Hawking

Uma simples brincadeira pode levar a conseqüências mais sérias. Geralmente, a maioria delas acaba indo para um lado negativo, porém, o “desafio do balde de gelo” trouxe à tona uma nova onda de mobilização através do divertimento. A brincadeira que aconteceu no Facebook em 2014, consistia em um individuo jogar um balde de água e gelo sob si mesmo – uma espécie de apoio às pesquisas do ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica).  Quem já assistiu ao filme “A Teoria de Tudo”, sabe que um dos mais conhecidos portadores da doença é Stephen Hawking, famoso e importante físico, que já carrega o problema consigo há muitos anos.

O desafio do balde de gelo fazia uma propaganda para incentivar pesquisas científicas a receberem mais doações em dinheiro para estudar e descobrir mais sobre a doença. A Esclerose Lateral Amiotrófica é uma doença neurodegenarativa progressiva, ou seja, provoca a morte gradativa de neurônios responsáveis pelo movimento do corpo e que ainda não possui uma cura. Muitas vezes, ela causa paralisia total e a morte em até cinco anos após o diagnóstico (mas o famoso físico está aí para provar que isto nem sempre é uma verdade).

Durante os meses do desafio, a organização ALS Association, que representa pessoas com ELA e outros tipos de doenças neurológicas recebeu cerca de US$ 115 milhões (R$ 390 milhões) em doações. Consequentemente, as pesquisas ajudaram a seqüenciar o genoma de mais de 15 mil pessoas e a identificação de um gene ligado à doença, o Nek1. A descoberta foi liderada pelos professores John Landers, da University of Massachusetts Medical School,  e Jan Veldink, da University Medical Center Utrecht.

“A colaboração global entre cientistas, que só foi possível graças às doações do Desafio do Balde de Gelo à ALS, levaram a essa importante descoberta. É um excelente exemplo do sucesso que pode surgir da combinação dos esforços de várias pessoas dedicadas a encontrar as causas da ELA. Esse tipo de estudo colaborativo é cada vez mais o que buscamos.”, disse Landers após a divulgação.






Mães empreendedoras são mais felizes e realizadas

Categoria vem crescendo nos últimos anos em busca de qualidade de vida ao lado das crianças

Ser mãe é um sonho da maioria das mulheres, mas criar um filho não é tarefa fácil. A resposta para a pergunta “Uma licença de quatro meses no seu trabalho, é tempo suficiente para seu filho?” tem uma resposta unânime. Diante disso, as mamães estão deixando um pouco de lado suas carreiras para se dedicar à maternidade – um pouco, mas não totalmente. O número de mulheres empreendedoras que decidiram abrir um negócio próprio após o nascimento dos filhos é alto, cerca de 67%. Dentre elas, 58% trabalham “home office” e 74% acreditam que ficam mais tempo com seus filhos do que antes.

Brownie Atelier: sucesso entre os consumidores e amigos

Não é para qualquer um. Com o mercado de trabalho cada vez mais exigente, ser mãe é uma barreira – se para o serviço o comprometimento dela não será integral, menos ainda para o seu filho.  “Desde que soube da segunda gravidez meu marido e eu conversamos a respeito de como seria a criação da Maria Cecília (hoje com 10 meses). Então desde o início combinamos que me ausentaria da rotina de trabalho para ficar com ela”, afirma Juliana Meirelles, formada em artes cênicas e que atualmente cursa pedagogia. Juliana, que também é mãe de uma menina de 11 anos, decidiu há pouco tempo, comercializar seus brownies de receitas especiais. Tendo o exemplo da própria mãe que fazia muitos doces para a família, desde cedo a culinária despertou sua atenção, mas apenas pelo simples prazer de fazer e comer. Ela aprendeu as receitas aos 14 anos e descobriu que dentre todos os doces, o brownie é o seu ponto mais forte e apesar de estar apenas no começo, ela conta que já tem lucros e quem sabe um dia, chegue a abrir uma loja.

Após a maternidade, quando compareceu a diversas entrevistas de emprego e os recrutadores lhe perguntavam “Com quem você irá deixar seu filho? E quando ele adoecer?”, Viviane Lopes, que até então trabalhava como professora de uma escola infantil, passou a se fazer as mesmas questões. Percebeu que teria que abrir mão da criação de seu filho e de seu sonho de ser mãe. Não lhe parecendo justo, olhou para sua máquina de costura e decidiu arriscar. Aprendeu sozinha, com vídeos na internet, a fazer “arte nos tecidos” e o público aprovou – hoje ela tem seus próprios moldes e técnicas. “Foi quando tive coragem e criei uma loja em um site de artesanato. Um site especializado se interessou pelo meu trabalho e fui percebendo que a procura por bonecas de pano era grande e que valia a pena investir nesse nicho”, conta.

Há dois anos comercializando bonecas de pano, a renda extra que recebe de seu trabalho já é uma parte importante no orçamento da família. O público que a procura quer algo bem simples: um produto exclusivo e personalizado para decorar festas ou o quarto do bebê que está chegando, ou até mesmo um brinquedo pedagógico. “Não tinha idéia que meu trabalho se tornaria a minha principal fonte de renda. Já superei várias metas, tais como: arriscar-me numa nova área de trabalho, conseguir fazer minhas primeiras vendas, evoluir ao ponto de criar meus próprios modelos e expandir as vendas para vários estados do Brasil, inclusive para o exterior. Mas acredito que posso chegar ainda mais longe”, afirma Viviane, que ainda pode realizar o seu trabalho ao lado do filho, hoje com apenas 3 anos.

Vivi Lopes Craft Design aposta nas simpáticas e exclusivas bonecas de pano

Obviamente que empreender não é um caminho fácil, afinal, pelo menos em termos de renda os valores podem cair bruscamente, mas os benefícios emocionais e sentimentais são mais recompensadores. 36% das mães que largaram seus empregos para abrir os seus próprios caminhos declararam que possuem menos rendimento, mas 75% afirmaram que estão mais realizadas profissionalmente! A famosa “culpa de mãe” também é menor entre as mulheres empreendedoras, já que para 45% delas esse estado psicológico diminuiu, enquanto 24% garantem que estão completamente curadas desse sentimento. A maioria é casada e conta com o apoio do marido nesta nova empreitada de vida.

E como se consegue conciliar o trabalho doméstico, os cuidados com um filho e a vida de empresária? “Eu não sei como consigo. Acordo todos os dias me perguntando isso. Mas então o dia termina rapidamente e no final eu vejo que consegui!”, diz Juliana. Para Viviane a resposta é mais simples: “Aprendi que não importa o que a gente faça, quando acreditamos no nosso trabalho e o realizamos com amor, tudo flui de maneira positiva”. Para empreendedoras desse tipo (o tipo “mãe”), o sucesso vem da qualidade de vida e a felicidade é uma conquista constante do dia a dia.



*Os dados são da pesquisa da Rede Mães Empreendedoras com a série TV Mães S.A.













segunda-feira, 11 de julho de 2016

Crítica: Spotlight: Segredos Revelados

Com enredo envolvente, longa conquista pela história e emoção

Spotligth: Segredos Revelados

Definitivamente este não é o filme para ganhar o Oscar de Melhor Filme. Este é o filme feito para ganhar a razão e a emoção. Spotlight: Segredos Revelados, que concorreu à premiação nesta categoria, não venceria realmente. A sua proposta é a de ser um roteiro muito bem adaptado e prender a atenção do público em cada mínimo detalhe.
É impossível que uma única pessoa seja capaz de percebê-los e a maioria com certeza deixará muitos deles passarem batidos. A grandeza do filme está justamente na sua complexidade em tratar a realidade nua e crua, tal qual é. O longa conta a história da equipe de jornalistas que investigam os casos de pedofilia na Igreja Católica que ouvimos nos noticiários em anos anteriores - Sim, estamos falando da vida real - e requer muita concentração nos diálogos bem estruturados e nas cenas mudas, que podem dizer tanto quanto aquele momento de debate sobre pautas. 

Spotlight não é aquele filme que busca simplesmente retratar o jornalista como o herói que salva o dia. Não há espaços para clichês. Não há espaço para mais do mesmo. Não há espaço para a pura emoção e a banalidade com que muitas vezes o cinema a usa para fazer o público chorar. O objetivo é falar da realidade, e a realidade é dura como uma pedra.

O caso de pedofilia nesta que se diz a mais santa igreja, se torna coadjuvante perto de outra questão muito bem explorada pelo diretor Thomas McCarthy: somos seres humanos, às vezes cegos pelo egocentrismo, às vezes usados por um sistema de interesses e às vezes apenas humanos. São tantas questões, tantos temas que podem ser vistos jogados aos nossos olhos, cena após cena, que seria impossível uma crítica breve e curta. É imprescindível a observação, mas claro, um jornalista de verdade verá de um jeito. Outros, de outras profissões, verão ainda de outra forma.

O que se pode afirmar, de uma maneira geral, é que o longa é uma crítica e ao mesmo tempo um apoio à imprensa. Em tempos de crise política, como esta que o Brasil vive atualmente, estamos divididos entre contra e à favor de algo ou alguém, e neste meio estão os veículos de comunicação, tido como "manipuladores" de informação. Spotlight chega para posicionar de uma vez por todas o que é a imprensa: 

1. Essencial para expor e trazer a público o que é do público. A equipe que move um veículo de comunicação, tenha ele mais ou menos influência, pode mudar a história! Pode colocar nomes nos culpados, pode revelar segredos obscuros, pode tocar o dedo na ferida e fazer doer (e muito!). A imprensa é o único meio que dá voz à população.

2. O jornalista é humano. Ele erra, ele se engana, ele deixa passar. Impossível ser perfeito em uma profissão onde a própria reunião de pauta é um "filtro" dos assuntos - ou seja, fatos importantes serão ignorados - e a própria imprensa, que faz parte de uma indústria da comunicação, precisa saber vender e ter lucro.

Spotlight retrata exatamente isso. O quanto somos humanos dentro de um sistema imperfeito. O quanto ainda precisamos saber refletir na enxurrada de informações que nos batem a porta minuto a minuto, sem dar grande valor ao que ela carrega. O quanto necessitamos saber a hora de abaixar a câmera, o bloquinho e a caneta, e aprender a observar o que acontece no interior do outro - desconhecido ou familiar -, e no nosso interior. 

Não é um filme para se chorar, mas confesso que me emocionei. Me emocionei porque sou jornalista e recapitulei mentalmente quantas histórias passaram por mim que ninguém nunca irá saber ou conhecer e sempre me perguntei quantas ainda estão por aí sem serem contadas. O que é esse mundo engessadamente corporativo que nos diz que a emoção não deve ser expressada? O que é esse mundo que nos obriga a viver apressadamente sem saborear os detalhes? O que é esse mundo que tem tanto poder nas mãos e tantos problemas psicológicos na cabeça?

Spotlight é para nos trazer de volta à vida, ou melhor dizendo, nos fazer reviver a história sob uma nova perspectiva. É pensar. É refletir. É se emocionar. E finalmente agir, sem medo. Spotlight lembra a mim (e a qualquer outro jornalista, tenho certeza) o quanto somos humanos e do motivo pelo qual escolhi esta profissão... E neste momento, só tenho a agradecer por isso. 

domingo, 10 de julho de 2016

Dicas de alongamentos para não sofrer com a viagem

Quem nunca chegou de viagem com o corpo travado e dolorido? Veja as dicas de exercícios que podem ser feitos em qualquer momento para aproveitar ao máximo o seu destino

Divulgação: SBTUR


Viajar é sempre muito gostoso e divertido, mas também pode ser cansativo, principalmente quando se trata de viagens a negócios. O nosso corpo é uma máquina perfeita em movimento e quando nós não nos exercitamos adequadamente, ele começa a nos dar sinais de que algo não vai bem. Longas horas de viagem, seja em carro, ônibus ou avião, requerem cuidados e atenção para podermos tirar o melhor proveito do passeio. Uma posição errada e pescoço, costas, pernas e braços começam a doer e podem até mesmo nos fazer perder um dia inteiro de lazer quando chegamos aos nossos destinos.

A Agência SBTUR em parceria com a Academia Evolução (de Florianópolis), desenvolveram um e-book gratuito com dicas de exercícios e alongamentos para serem feitos antes, durante e depois da viagem. A maioria das pessoas sabem que passar horas dentro de um avião incha os pés, porém, se esquecem que isso está diretamente ligado a um problema de circulação sanguinea nas pernas e que pode causar tromboses. O próprio peso da bagagem pode comprometer a musculatura e causar lesões que atormentam qualquer dia de folga. Os motoristas de veículos tem ainda mais uma preocupação extra com os ombros, que ficam sobrecarregados de tensão em meio ao trânsito das estradas.

Por isso, o e-book traz uma série de alongamentos e atividades que podem ser feitas em todos os tipos de viagem e para vários membros do corpo – e até mesmo se você pretende fazer passeios especiais durante sua estadia, como caminhadas, andar de bike, mergulho, etc. Esticar as pernas, segurar a bagagem da forma correta, fazer movimentos circulares com os ombros, entre tantas outras dicas, contribuem para a vitalidade dos músculos e aumentar a resistência do corpo.

Para baixar o e-book, é só acessar o site blog.sbtur.com 

Adotar ou Comprar: Como saber se você está pronto para o pet?

É preciso muito discernimento e equilíbrio na hora de escolher o seu pet

Divulgação: banco de imagens


Seja pela companhia, pelo amor incomparável ou pelas brincadeiras, muitas pessoas sonham em ter um pet, especialmente um cãozinho. Eles são adoráveis e fazem mágicas -  daquelas que mesmo no dia mais estressante ainda te fazem sorrir - e a maioria ainda sonha com os cachorros de raça, como Golden, Labrador, Huscky, Beagle, entre muitos outros. Mas também é notável como o número de adotantes vem crescendo no Brasil, e as pessoas passaram a se apaixonar pelos alegres vira-latas. Adotar é tudo de bom, verdade. Porém, é preciso, assim como se observaria as características do animal de raça, estar atento aos sinais do SRD (Sem Raça Definida).

Isso porque, geneticamente falando, os de raça possuem comportamentos pré-definidos e você pode conhecer esse histórico em uma simples pesquisa da internet ou em guias de raças. O SRD é diferente. Antes de tudo, é importante conhecer a história desse cãozinho e saber o motivo dele estar ali – se já teve outra família, se foi abandonado, quanto tempo está no abrigo, se tem uma mistura de raças, etc. Você precisa pensar no tipo de comportamento que o seu animalzinho precisa ter para se adequar ao seu dia a dia. Por exemplo, se você dispõe de um espaço grande ou pequeno, se você passa muitas horas ausente de casa, quanto tempo você terá para dar atenção ao seu cachorro, entre muitos outros pontos.

Quando decidi ter um cãozinho, precisei pensar em todos os costumes da casa. Em outras palavras, precisa de um cachorrinho de baixa energia, pequeno porte, que fosse mais independente e que se desse bem com estranhos e outros animais. Fui a uma clínica veterinária e até em um posto de gasolina para conhecer os peludinhos que poderia adotar, mas para minha decepção, nenhum deles era o que procurava. E isso parte muito o coração, porque eles tem um olhar tão doce, alegre e feliz e só de pensar que você está saindo sem os levar dali... É triste. Mas, como dizem, é um mal necessário.  E muita gente vai te olhar torto se você der essa explicação. Certa vez, um cãozinho de médio porte apareceu na frente de casa. Cuidamos dele e fiz a maior campanha nas redes sociais pela sua adoção, divulgando o que eu sabia até o momento. O adotante tinha um sítio e ele nunca ficaria sozinho.
Não podemos colocar dentro de casa qualquer animalzinho se não poderemos comportar eles tranquilamente. No final, podemos ter, ao invés de uma alegria, uma enorme dor de cabeça – Basta ver quantos são devolvidos ao abrigo ou até mesmo sofrem um novo abandono.  Conheci alguns peludos meigos e doces, porém extremamente agitados, e isso para mim era um ponto fortíssimo a ser contado já que ele passaria boa parte do dia sozinho. O SRD tem esse pequeno problema, não há como saber, em seu histórico, qual o tipo de comportamento que ele pode desenvolver geneticamente pela mãe ou pelo pai (geralmente não se conhece os dois) e com certeza você irá descobrir, com o passar dos dias, alguma mania, medo ou até agressividade que ele não tenha demonstrado anteriormente. Nem histórico de doenças, apesar do SRD sem o peludo que menos tem pré-disposição a desenvolver alguma, justamente porque já nasceram “protegidos” nas ruas.

Comecei então, a pesquisar algumas raças de pequeno porte, com as características comportamentais que estava procurando e fiz um filtro até chegar a três delas. Não tenho vergonha de admitir que comprei o meu cãozinho - justamente quando mais queria adotar, justamente quando existem tantos e tantos na espera de um lar. Na verdade, ninguém precisa ter vergonha disso. Precisamos pensar na qualidade de vida, nossa e do animalzinho. Não vai adiantar você ter um SRD, de porte médio-grande na sua casa pequena, agitado demais a ponto de destruir tudo o que ver pela frente. Podem dizer que “é bonitinho e engraçadinho”, às vezes até normal dependendo da idade dele, mas com o passar dos dias e meses, uma hora isso irá explodir em broncas e irritações. Pode, inclusive, ser um sinal de ansiedade que seu cão está sofrendo. E conviver em um ambiente assim, por mais que se tenha amor, não é interessante para nenhum dos dois lados. Acidentes também podem acontecer, como algum sinal de agressividade e medo.

Os cães de raça também podem desenvolver este tipo comportamento, claro. Mas você, que já pesquisou muito sobre ele, sabe que isso vai acontecer e como você deve proceder. Você sabe que um Golden é agitação pura de natureza e por isso vai providenciar um bom espaço para ele brincar. A qualidade de vida sua e do peludinho devem ser prioridades, vocês precisam ter uma conexão positiva, por meio de brincadeiras, passeios, carinho e adestramentos. Por isso, se está pensando em adotar, pense nisso: às vezes um filhote ou adolescente podem não ser uma boa ideia, então porque não dar a chance a um cão mais velho ou idoso? Mas se você tem um bom espaço, energia, disposição e tempo para acompanhar o novo integrante da família, vá em frente! É muito triste pensar que pode não dar certo, mas pensar somente com o coração não é raciocinar direito. É necessário equilíbrio emocional e foco. Adote um animalzinho sabendo que você precisa dar a ele o melhor para viver e ele para você. Adote com amor e responsabilidade, porque esse sentimento vai ser para a vida toda.

Sobre o portal

Divulgação: Alessandra Sabbag

O mundo está recheado de notícias. Segundo após segundo, você recebe e-mails, whatsapp, mensagens, ou na sua timeline, diversos artigos sobre desastres naturais, tragédias, crimes, política, economia e desemprego, entre muitos outros. E em vários momentos, acaba se “contagiando” com o negativo, o pessimismo e a frustração, sem perceber. O seu corpo fala por você: falta de atenção, preguiça, desmotivação, dores, doenças, depressão, tristeza, desesperança, até eclodir em um problema maior que afeta toda a humanidade e sua qualidade vida, como a ansiedade e o medo.

Mas no fundo, nós sabemos: existem coisas boas no mundo! Ela está aqui, em algum lugar que não ficamos sabendo, e muitas vezes estão mais próximas do que pensamos. Esse é o propósito deste portal. Para você que após um dia cansativo de trabalho ou estudo, só quer chegar em casa e poder rir das peripécias deste mundo, se encantar com as belezas da humanidade e explodir com a alegria pet, o “Êta Mundo Bom!” está aqui.

Vamos falar apenas do que vale a pena e ninguém costuma falar, porque afinal, tudo evolui e pode ser que você tenha uma felicidade escondida bem do lado do seu travesseiro. Uma nova descoberta científica, o entretenimento encantador das telas do cinema, a aventura deslumbrante de uma leitura e as experiências e altas gargalhadas do universo pet. Vamos nos emocionar e chorar com o bem que mundo faz; vamos rir das histórias memoráveis que o mundo conta; e compartilhar das boas notícias que o mundo tem. Porque, afinal, “Êta Mundo Bom!”.