Testamos: Produtos da Petbrilho

Alguns produtos do mercado estão aí para nos ajudar. São infinitos “pipi pode”, “pipi não pode”, “anti mordedura”, “anti mutilação”, que todo dono de pet costuma ter em casa

Projeto criado por defensora incentiva leitura entre presidiárias

Iniciativa desenvolvida no Instituto Penal Oscar Stevenson contempla, com kits de produtos de higiene pessoal e beleza, detentas que leem regularmente. Pela regra atual, cada livro lido reduz a pena em quatros dias

3 exercícios para quem fica muito no celular

Ficar com o aparelho na mão pode comprometer a saúde do corpo

WhatsApp e redes sociais: pessoal e profissional não devem interferir um no outro

Uso das ferramentas online é cada vez mais comum por parte de empresas e funcionários, porém elas podem causar grandes desgastes nas relações trabalhistas e pessoais

Sustentabilidade nas pizzarias

Estabelecimentos apostam na saúde do meio ambiente para levar o melhor sabor à mesa

sábado, 19 de agosto de 2017

3 exercícios para quem fica muito no celular

Ficar com o aparelho na mão pode comprometer a saúde do corpo

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São infinitas horas à frente do inseparável celular. Seja para trabalhar, bater papo, estar mais próximo dos amigos, responder emails, escutar música, pesquisar ou só tentar se distrair. O resultado disso? Má postura, diminuição do espaço intervertebral na região cervical e até cifose (desvio da coluna vertebral). 

Para trabalhar a favor da saúde, agindo na força contrária dos malefícios que o telefone pode trazer, a profissional de educação física, Audrea Lara - idealizadora do Ballet Pilates – ensina como fortalecer a musculatura dorsal e extensão do tronco para que os prejuízos são sejam percebidos. “Ao mexer no aparelho projetamos a cabeça cada vez mais para frente, o que a faz pesar muito mais em relação ao tronco, por isso é tão essencial exercitar a região”, diz a profissional.

Exercício 1
Em pé, entrelace as mãos atrás da cabeça, faz uma força da cabeça contra as mãos, deixe o queixo em 90 graus e abaixe os ombros. Esse exercício serve para aumentar espaço intervertebral na região cervical.

Exercício 2
Deite de barriga para baixo, aprofunde o abdômen e abaixe os ombros para fortalecer a região dorsal e abaixe o queixo. Tente então levantar o tronco com as mãos entrelaçadas atrás da cabeça, pressionando a cabeça contra as mãos e os ombros para baixo. Estenda o tronco, inspire, solte o ar e abaixe. Sempre aprofundamento o abdômen projetando o púbis para o chão. Inspire quando levantar e expira quando abaixar o tronco.

Exercício 3
Ainda de barriga para baixo use a bola grande de pilates e a envola no seu corpo com o abdômen junto a bola. Coloque as mãos entrelaçadas atrás da cabeça e estenda o tronco e volte, sempre abraçando a bola sem desgrudar a barriga do acessório.

domingo, 6 de agosto de 2017

Testamos: Produtos da Petbrilho!

Alguns produtos do mercado estão aí para nos ajudar. São infinitos “pipi pode”, “pipi não pode”, “anti mordedura”, “anti mutilação”, que todo dono de pet costuma ter em casa, principalmente quando seu melhor amigo ainda é um filhote. Infelizmente, mesmo depois de adultos, eles continuam com algumas manias insuperáveis. Testei alguns produtos da Petbrilho e vocês podem conferir agora a avaliação e eficácia para usar nos seus:


Um dos grandes dilemas de todo tutor de um cão é o xixi. O meu cãozinho, por exemplo, já aprendeu onde precisa fazer suas necessidades, mas às vezes ele “bate na trave”. Por isso decidi testar o kit Varre Xixi, que vem em uma caixa com pá, vassourinha e um pote com uma substância em pó que promete secar a urina do seu bichinho. O kit é simples: achou um xixi no chão? Salpique o pó por cima e espere 1 min. O que era líquido será totalmente absorvido e você poderá recolher com a pá e a vassourinha.



O perfume suave do pó cobre o cheiro da urina e apesar da fabricante informar que não é necessária mais limpeza, ainda considerei a passagem de um pano com desinfetante – apenas por garantia de higiene do local. Muito cuidado na hora em que for limpar a vassourinha, pois o pó pode ficar grudado nela e você aspira um pouco se balançar ou sacudir dentro do lixo, por exemplo.



Outro produto foi o Banho a Seco, essencial para os dias de inverno – e porque não dizer também os de “preguiça” -, para manter o pet limpinho. Ao passar seguindo as recomendações da embalagem, não posso dizer que é notável visualmente, alguma diferença. Isto não. Porém, tirou aquele mal cheiro e o deixou muito perfumado. Algumas visitas me questionaram se havia acabado de dar banho nele e apenas tinha aplicado o banho a seco no dia anterior. Em outras palavras, o produto é bom e eficaz.


Também tive a oportunidade adquirir um Condicionador de Cereais da fabricante, que estou usando junto com o shampoo da marca Colie, de morango. Não costumo misturar duas marcas, mas dessa vez mudei de ideia pois ambos os cheiros eram maravilhosos. O pelo ficou muito macio e brilhante, assim como a pele por baixo. Além de ter ficado fácil de pentear, tive a impressão que a higiene se manteve por mais tempo, ou seja, aparência menos suja e um cheiro que foi facilmente coberto pelo banho a seco.


Enfim, minha impressão sobre a marca foi bastante positiva. Acredito que nada seja 100% e pode variar de pet para pet, ambiente, etc, mas a marca cumpre o que promete e agrada não somente no resultado como também no bolso do consumidor quando comparados a outros do mercado.  E você? O que acha?

Projeto criado por defensora incentiva leitura entre presidiárias

Iniciativa desenvolvida no Instituto Penal Oscar Stevenson contempla, com kits de produtos de higiene pessoal e beleza, detentas que leem regularmente. Pela regra atual, cada livro lido reduz a pena em quatros dias


Há pouco mais de seis meses um grupo de detentas do Instituto Penal Oscar Stevenson, em Benfica, participa de uma iniciativa que pretende combater dois dos muitos problemas dentro de uma unidade prisional: o ócio e a falta de produtos de higiene básicos. A ideia é simples: a leitura de um livro, seguida de redação com as impressões sobre a narrativa, vale kit com artigos raros nas celas, como sabonete, xampu e absorventes.

Foi a defensora Melissa Razuk Serrano, há 17 anos em atuação no Núcleo do Sistema Penitenciário, que apresentou a sugestão à direção do instituto penal e conseguiu que amigos doassem os títulos e os brindes. No último dia 19 de junho, sem muito alarde, mas com cachorro-quente e bolo, as primeiras 12 leitoras a concluírem a tarefa ganharam os kits.

– A alegria das mulheres foi espantosa.  Elas não sabiam que seriam premiadas pela leitura e pela redação ­­– conta Melissa.

No final do ano passado, a defensora fez chegar ao instituto penal cerca de 300 livros, de todos os gêneros, deixados à escolha das detentas. Para dar início ao círculo de leitura, foi fundamental contar com a simpatia da inspetora encarregada da precária biblioteca local, que compreendeu de pronto a relevância da atividade.

– O simples fato de ler as ocupa. E colocar no papel o que acharam do texto estimula a capacidade crítica. Não peço uma resenha. A sugestão é que proponham finais alternativos ao dado pelo autor, que exponham o que gostaram ou não gostaram do desenrolar e do desfecho da história e, principalmente, que avaliem como poderiam agir se estivessem na pele dos personagens ­– explicou a defensora

Na unidade Oscar Stevenson, estão mulheres em regime semiaberto, algumas com autorização para saídas temporárias, destinadas às visitas à família e à atividade remunerada fora da unidade. Muitas, porém, passam o dia sem ocupação.

Em 2013, recomendação do Conselho Nacional de Justiça abriu a possibilidade de remição pela leitura: a cada livro lido, quatros dias a menos de pena. Melissa, porém, pensou em colaborar para a implantação de uma rotina menos burocratizada, “mais motivadora, que despertasse nas detentas o orgulho pela leitura e as recompensasse de imediato, com itens necessários ao dia a dia” no sistema prisional.

– Não quis nada que dependesse de decisão judicial – diz, lembrando que espera análise de uma dezena de pedidos de remição pela leitura, em nome de detentas da Penitenciária Talavera Bruce, em Gericinó.

A próxima bateria de leitura será mais dura para as mulheres do Oscar Stevenson: um kit para cada três livros lidos e respectivas redações entregues. Melissa não tem dúvida de que a adesão ao projeto continuará grande, considerando, em especial, a euforia causada pela distribuição dos artigos de higiene e beleza, em embalagem caprichada. Cada kit continha xampu, condicionador, aparelho para depilação, absorventes, pasta de dente, desodorante, esmalte de unha e hidratante corporal, item de maior sucesso entre as contempladas.


Essa não foi a primeira vez que a defensora buscou doações de produtos básicos que deveriam ser fornecidos pelo estado. Em outubro do ano passado, o Talavera Bruce recebeu mais de seis mil absorventes e mais de duas centenas de medicamentos arrecadados por ela entre amigos e em campanha junto a estudantes da Universidade Veiga de Almeida.

domingo, 9 de julho de 2017

Stress exige mudança de hábitos

O nervosismo e a ansiedade acabam criando “rotinas” que precisam ser mudadas

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Recentemente, a atriz Demi Moore revelou durante uma entrevista que chegou a perder dois dentes por conta do “stress”. Este é apenas um dos muitos males do século 21 que acarretam milhares de doenças à pessoas das mais variadas idades e posição social, e leva a mais de 100 distúrbios do sono além de problemas com ansiedade e até mesmo depressão. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), 90% da população sofre com o stress e a depressão afeta 332 milhões de pessoas, sendo que no Brasil são 11,5 milhões.

O stress pode ser causado por diversos fatores, emocionais e psicológicos, problemas pessoais ou insatisfação com o trabalho, entre outras coisas, e infelizmente fazem parte da rotina. É justamente por essa caracterização que é importante saber a hora de mudar os hábitos. “Para acabar com o stress e a ansiedade a pessoa precisa repensar o seu estilo de vida, reconhecer o qye lhe causa stress e o que lhe causa ansiedade e modificar isso. Buscar a qualidade de vida deve ser um exercício diário”, afirma a psicóloga e psicoterapeuta, Marilene Khedi.

Os sintomas são inúmeros: dores de cabeça constantes, dores nas costas, problemas gástricos, dores musculares, distúrbios alimentares, irritabilidade, dificuldade nas relações sociais, amorosas e profissionais, alterações no comportamento e pode desenvolver alguns vícios como a ingestão de bebidas alcoollicas na tentativa de algo lhe dar prazer (podemos incluir os doces e chocolates nesta categoria também).  Para amenizar o impacto do stress na saúde é preciso tirar o foco dos problemas, reduzir a tensão, manter a autoconfiança, ter uma visão positiva a seu respeito, melhorar a qualidade do sono e da respiração. Toda pessoa agitada, ansiosa em nível alto, que vivencia com muita intensidade alguns acontecimentos da vida, apresenta problemas respiratórios, em alguns casos, crônicos.

Marilene explica que é preciso ter momentos de relaxamento, parar alguns minutos e respirar profundamente. Como por exemplo, fazer alongamento com o corpo e depois observar ao redor e alongar novamente. Essa pratica traz de volta o foco para o corpo e seus movimentos. Agindo desta forma, as consequências serão benéficas ao físico, mente e alma. Evitar implicar com as situações e pessoas, ser flexível, erradicar qualquer manifestação de irritação ou raiva e até o simples fato de pensar em algo mínimo que afeta o humor são hábitos que inibem o transtorno. Do contrário, atinge e afeta o cérebro, desencadeando uma reação de stress.

Outro gatilho para aliviar o transtorno é a meditação. De acordo com a psicoterapeuta Marilene, esta opção ajuda a direcionar pessoas ansiosas e inquietas ao equilíbrio, uma vez que, na prática, atua auxiliando a encontrar um modo tranquilo para resolver os problemas do cotidiano e situações adversas. Possui também papel terapêutico, pois ensina a prestar mais atenção às emoções e ao corpo, a lidar de forma diferenciada com o stress, a manter uma atitude mental positiva diante dos desafios e, também, promove profundo relaxamento, o qual é essencial para uma vida de qualidade.

Além dos hábitos alimentares saudáveis e da prática constante de atividade física – que são cientificamente comprovados como benéficos à saúde mental emocional –, outro gatilho para aliviar o transtorno é a meditação. De acordo com a psicoterapeuta Marilene, esta opção ajuda a direcionar pessoas ansiosas e inquietas ao equilíbrio, uma vez que, na prática, atua auxiliando a encontrar um modo tranquilo para resolver os problemas do cotidiano e situações adversas. Possui também papel terapêutico, pois ensina a prestar mais atenção às emoções e ao corpo, a lidar de forma diferenciada com o stress, a manter uma atitude mental positiva diante dos desafios e, também, promove profundo relaxamento, o qual é essencial para uma vida de qualidade.

Por isso, é bom ficar atento: o stress pode fazer você perder mais do que apenas um dente. O mais importante, no entanto, é mudar. Não mudar apenas os “hábitos”, a “rotina da ansiedade”, mas se propor a mudar a si mesmo, pois para vencer o stress é preciso, antes de mais nada, o esforço próprio.


Sustentabilidade nas pizzarias

Estabelecimentos apostam na saúde do meio ambiente para levar o melhor sabor à mesa

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Neste dia 10 de julho é comemorado o Dia da Pizza, que talvez seja uma das comidas mais queridas do mundo, afinal, não existe alguém que não goste de pizza. É sempre uma boa pedida para reunir a família ou os amigos em casa. De acordo com estudos da FAPESP de 2016, somente em São Paulo existem mais de 11 mil pizzarias, a segunda maior cidade que mais consome a comida no mundo, atrás apenas de New York, nos EUA.  Muitas pizzarias se orgulham em afirmar nos cartazes “forno a lenha”, mas para o bem do meio ambiente, isso está aos poucos chegando ao fim.

Aproximadamente 80% dos estabelecimentos queimam 48 toneladas de lenha, principalmente eucalipto, que são usados para produzirem 1 milhão de pizzas por dia. A mesma pesquisa aponta que são 7,5 hectares de floresta de eucalipto queimados por mês e 307,2 mil toneladas de madeira incinerada. Mas alguns estabelecimentos decidiram mudar esse destino com os fornos a gás. Parte da clientela ainda resiste e cabe aos funcionários convencê-la que a modificação foi para melhor: “Os clientes acreditavam que o sabor não seria o mesmo, mas isso não é verdade, já que pizza não ficava tanto tempo exposta à lenha a ponto de pegar o gosto da defumação”, afirmou Adriano Silvério, proprietário da pizzaria Adrix, localizada em São Bernardo do Campo. A mudança começou em 2009, quando decidiu trocar a lenha pelo a gás.

Na época, a novidade não era tão bem vista pelo mercado: “Achavam que não iria funcionar e tinham medo da não aceitação dos clientes, mas acabei arriscando. No fim, deu certo e virou tendência”, concluiu o proprietário, que passou a vender mil unidades a mais por semana em 2010, após a troca pelo forno a gás do tipo esteira. Atualmente produz cerca de 264 mil pizzas por ano, com capacidade de produção de nível industrial: 400 pizzas por hora.

Além de trazer inúmeros benefícios ao meio ambiente, mantendo a mesma qualidade de sabor da pizza, os fornecedores de GLP (gás liquefeito de petróleo) também se adequam ao mercado e claro, crescem junto com ele. Segundo Everaldo Vaz, Gerente de logística da Copagaz - quinta maior distribuidora de GLP no Brasil - mudanças estratégicas foram necessárias: “Fornecemos consultoria para os estabelecimentos interessados em migrar para o GLP em todas as etapas do processo de substituição da lenha para o gás, além da instalação de tanques nos locais de consumo, que são abastecidos regularmente por caminhões-tanque, substituindo os botijões transportáveis”, afirmou.

Os funcionários dessas pizzarias também se beneficiam na saúde, uma vez que a queima da lenha produz gases altamente tóxicos. Então faça uma nota mental e lembre-se:

Controle de temperatura: Os fornos a gás são reguláveis, permitindo maior uniformidade no aquecimento, evitando que as pizzas queimem e padronizando a produção;

Otimização do espaço: Os tanques de gás não ocupam tanto espaço quanto a madeira, além de sujar menos o local de armazenamento, evitando possíveis visitas de animais atraídos pela lenha, como ratos, insetos e até cobras.

Salubridade: A queima da lenha produz gases altamente tóxicos, trazendo risco aos funcionários que inalam a fumaça constantemente, diferentemente do gás;

Legislação: Algumas cidades, por questões ambientais, exigem análises criteriosas para regularização do uso da lenha em estabelecimentos. Problema não enfrentado por quem opta pelo forno a gás.  

Procure por pizzarias que prezem pela saúde dos colaboradores e do meio ambiente através de práticas sustentáveis e “apoie esta ideia” com a visita até o local. É sempre bom saber e conhecer o que os estabelecimentos estão fazendo muito além do que servem no prato - e que tornam o nosso mundo um lugar melhor.







domingo, 11 de junho de 2017

Mulher Maravilha: DC acerta em cheio pela primeira vez

Gal Gadot brilha e DC emplaca boa bilheteria nos cinemas

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Quando a DC anunciou que teríamos pela frente um filme solo da Mulher Maravilha, já estava me preparando para o pior. Primeiro, porque a heroína nunca esteve no meu top 5 dos heróis, e segundo porque a DC já mostrou diversas vezes que não sabe retratar o seu universo nas telas do cinema. Mas o susto caiu por terra. Wonder Woman é o melhor filme da empresa até aqui.

O mais interessante, no entanto, é que a própria história, apesar de retratar a passagem da Primeira Guerra Mundial, é mais contemporânea do que jamais poderíamos imaginar. Em épocas de “empoderamento feminino”, “feminismo”, “direitos das mulheres”, “luta por igualdade de gênero”, vemos na tela a beleza de Gal Gadot expor brilhantemente uma atuação impecável, colocando à toda prova uma mulher extremamente feminista, de uma delicadeza natural e uma força descomunal.

No início vemos a infância de Diana, protegida por sua mãe, treinando as escondidas com sua tia Antíope. Com o desenrolar da trama e o encontro com Steve Trevor (Chris Paine), ela descobre um novo mundo, muito mais sombrio e cruel, onde pessoas se matam em nome de uma Guerra que parece sem fim. A confusão da personagem em entender este novo mundo chega a ser hilário e rende algumas – poucas, mas boas – risadas.  Isso porque a ingenuidade e inocência dela diante do cenário da época já é o suficiente para aliviar a tensão que servirá como um boom para o grande final.

Diferente dos filmes que se seguiram com Batman e Superman, as cenas de luta, batalha e pancadaria não são sem sentido, sem nexo e nem estão ali apenas para fazer o filme durar alguns minutos. Em “Wonder Woman” elas realmente tem um propósito. E não há sensação mais libertadora e emocionante do que ver a primeira grande cena da Mulher Maravilha no campo de batalha – a primeira heroína que não veste uma roupa super justa, que seus atributos físicos não servem de chamariz para as câmeras, e muito menos que ela precisa ser protegida em algum momento.  Esqueça tudo o que você já viu sobre isso até aqui e esteja pronto para embarcar nas passadas de uma verdadeira amazona.

Esta Diana é também mulher. Tem seus desejos, seus amores, suas emoções e suas fraquezas. E quando suas fraquezas estão expostas, quando suas convicções começam a cair por terra, é Steve quem aparece para lhe “socorrer”, não como o príncipe salva a princesa, mas como o homem que apoia a mulher para não cair. A partir daí o que vemos nas telas é uma imensa chuva de emoções: choro, raiva, tristeza, dor, esperança, convicção e alegria. Se em algum momento a DC pecou neste filme, ficou apenas por conta de alguns pequenos efeitos especiais – principalmente em Temiscera – que ficaram com uma qualidade abaixo do que é esperado por um longa destes. Mas você nem vai se lembrar disso até o final.

É extremamente curioso que “Wonder Woman” também possui à sua frente outra protagonista mulher, a diretora Patty Jekins. No fim até nos questionamos “Por que tanto tempo para sair um filme desses?”. Por que a DC demorou tanto para acertar aquilo que a Marvel faz tão bem há anos? E a Marvel com certeza vai seguir o mesmo caminho com Viúva Negra, não há dúvidas. Resta saber se a DC manterá a qualidade de enredo sem se preocupar demais com a “pancadaria” desnecessária e se a Marvel dará o mesmo tom menos “sensual” às suas personagens.

Como disse anteriormente, em tempos de “feminismo” e “empoderamento” é bom ver e testemunhar que a luta vale a pena, mas é também muito bom ver que não é preciso extremismos e radicalismos. Mulher Maravilha mostra, acima de tudo, que é possível combater sem se envolver na sujeira. 

domingo, 28 de maio de 2017

WhatsApp e redes sociais: pessoal e profissional não devem interferir um no outro

Uso das ferramentas online é cada vez mais comum por parte de empresas e funcionários, porém elas podem causar grandes desgastes nas relações trabalhistas e pessoais

Andrea Deis, gestora empresarial

Cada vez mais os brasileiros utilizam e acessam as redes sociais, seja para manter contato com os amigos ou para compartilhar assuntos e acompanhar temas de interesse pessoal. Porém, as empresas também estudaram o grande potencial que as mídias digitais podem trazer ao mundo corporativo e seus investimentos. Isso fez com que funcionários e empresários passassem a utilizar suas redes sociais pessoais para falarem de assuntos profissionais, utilizando-se dessas ferramentas para fazer marketing de produtos e serviços ou ainda estreitar relacionamento com o cliente.

Mas, o que fazer quando o seu chefe ou um cliente envia uma mensagem no WhatsApp às 23h, por exemplo? Uma mulher, como funcionária, não poderá mais postar aquela foto na praia e de biquíni, sendo amiga de um cliente? Um homem não poderá mais postar aquela foto no bar com os amigos de infância? Não poderá mais falar em política ou religião - Tudo isso por “medo” de perder clientes. É neste ponto que as vidas pessoal e profissional começam a se misturar e isto pode não ter um resultado agradável tanto para empresas quanto para os colaboradores.

“O ideal é que a organização contrate esse tipo de serviço e orientações especializadas por profissionais gabaritados e crie estrutura para o funcionamento desse sistema. De qualquer modo, sou favorável a uma boa conversa entre os pares. Afinal, há uma frase que me acompanha e acredito que possa minimizar toda e qualquer divergência: conversando a gente se entende”, afirma Reinaldo Passadori, CEO do Instituto Passadori. No entanto, a maioria das empresas não possuem um aplicativo próprio para conversas e os funcionários são obrigados a utilizarem do seu pessoal para tratar de assuntos do trabalho, como ocorre com o WhatsApp. Dependendo da situação, isto pode ser considerado invasão de privacidade ou até mesmo assédio moral por abuso de poder. Portanto, é preciso estar alerta.

A interação exacerbada da vida profissional poderá também trazer consequências emocionais e gerar estresses desnecessários que provocarão desgastes no dia a dia da empresa. “Utilizados de forma excessiva e negativa, elas podem se tornar “armas” de pressão e vínculos negativos. Colaboradores podem se sentir vigiados, controlados ou até pressionados por chefes que utilizam as redes no ambiente profissional”, esclarece a psicóloga e coach de saúde e bem-estar, Sharon Feder.  Ela ressalta também a importância da linguagem assertiva de se comunicar pelas redes sociais e a hora mais pertinente ao assunto. “Muitas vezes as pessoas acabam usando o Whatsapp para discutir, pressionar ou cobrar e isso deve ser feito com cuidado, respeitando limites, como horários. Além disso, precisamos evitar a comunicação violenta em qualquer meio de comunicação e procurar se relacionar com linguagens positivas”, diz.

Para Andrea Deis, gestora empresarial pela FGV, o problema não é usar as redes sociais, mas sim como usá-las. Para ela, a marca precisa ter o seu próprio posicionamento e o funcionário deve ser o meio, mas não o fim. O colaborador tem que cuidar de sua carreira e se posicionar no mercado com o que ele sabe fazer, construindo a sua imagem profissional. “A partir do momento que o funcionário valoriza somente o produto ou serviço da sua empresa ela está deixando de lado o posicionamento e formação da sua carreira da sua imagem. A empresa, por sua vez, não nasce com a sua identidade e sim com a do seu funcionário, que poderá ser confundida pelo seu público e até perdê-la para seu funcionário. Portanto cada um deve estar no seu lugar, cumprindo seu papel para que os dois ganhem no futuro”, analisa a gestora.

As empresas portanto, não devem interferir nas redes sociais de seus colaboradores pois ele tem o direito de postar o que deseja. Porém, ele também deve entender que a postagem chegará aos olhos e ouvidos de qualquer pessoa que possa julgar e tomar atitudes baseadas em seu conteúdo. Diante deste cenário a melhor alternativa continua sendo o bom senso e a conversa. Passadori ressalta que se esta é uma nova sistemática, geradora de mudanças nos sistemas tradicionais e propiciem um avanço, deverá ser adotada sem preconceitos e naturalmente, porém, em comum acordo. “O que se pode fazer é estabelecer alguns benefícios e convidar, para contar com essa possibilidade. Por isso que acordos poderão ser feitos, trazendo benefícios para ambas as partes”, finaliza.

As pesquisas de interação social em redes como Facebook, por exemplo, mostram um cenário um tanto desfavorável para o campo de negócios. De acordo com a pesquisa “Papo Social 2.0”, da Hello Research, a cada 10 brasileiros conectados nas redes, 7 as utilizam para acompanhar o que acontece no dia a dia de familiares e amigos, enquanto apenas 1 utiliza para assuntos profissionais. 58% das postagens que nós fazemos são sobre coisas pessoais enquanto 25% estão relacionadas ao trabalho e nas páginas das marcas e empresas, 54% das pessoas já deixaram de seguir por conteúdo irrelevante ou assuntos repetitivos. Em outras palavras, por mais que as empresas e marcas desejem que seus colaboradores compartilhem informações, é preciso ter uma ação assertiva, se não, de nada valem. 





domingo, 21 de maio de 2017

Comédia “Os Terceirizados” garante diversão com envolvimento do público

Regra é não deixar de se divertir com as peripécias do dia a dia

Os Terceirizados está em cartaz no Teatro Extra Itaim


Para muita gente, o cotidiano pode ser chato e cansativo. Para tantas outras, pode ser apenas mais uma oportunidade de rir dos acontecimentos inusitados. São nos embalos de sábado à noite, com um show quase “pirotécnico”, formado por luzes coloridas e músicas dançantes, que o grupo “Os Terceirizados” se apresenta no Teatro Extra Itaim, em São Paulo. Uma peça espontânea que apresenta histórias do cotidiano de uma forma engraçada aos olhos do público.

A interação com o espectador é um ponto forte da peça, em que os quatro atores buscam, a cada quadro, fazer com que as pessoas participem também dos acontecimentos – seja com pequenos sustos ou até mesmo convidando-os para participar dos quadros. As gargalhadas estão garantidas para o público em cenas como a que acontece num banheiro masculino.

No melhor estilo “Tek Pix”, em um determinado ponto um apresentador com “jeito de Polishop” mostra um produto revolucionário – o Low Fat Fitness System 2017 -, perfeito para quem quer entrar em forma sem o menor esforço. A roupa especial com a participação de todos os atores e um convidado da plateia garante boas doses de gargalhadas de quem assiste.

Algumas cenas se tornam impagáveis, como a interpretação de bailarinas, e ainda mais um quadro com convidados da plateia, que inesperadamente se veem “presos” em uma pegadinha e sem entrosamento algum finalizam a cena com uma brincadeira de criança, arrancando os aplausos. O público também está convidado a dançar com os swings finais. Em outras palavras, prepare-se para ser mais do que apenas um espectador, pois a comédia “Os Terceirizados” não segue exatamente um enredo e tudo acontece de forma divertida e inusitada, como é – muitas vezes - no cotidiano da maioria das pessoas. Para mais informações acesse o Facebook https://www.facebook.com/osterceirizados/?fref=ts ou o Instagram http://gram-search.com/user.php?id=2281676979

Mais informações:
Comédia “Os Terceirizados”
Teatro Extra Itaim - Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 636-712, Vila Nova Conceição, São Paulo
Duração: 70 minutos
Datas e horários: 27 e 30 de maio, às 23h

domingo, 23 de abril de 2017

ONG paranaense ajudará crianças no Quênia através da agricultura

Modelo inovador de geração de recursos executado pela Endeleza Internacional vai garantir a autonomia de no interior do país por meio de uma atividade produtiva: a agricultura. Expectativa é que até 2020 mais de US$ 1 milhão de dólares sejam arrecadados e convertidos em benefícios por meio do projeto. 

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No final de abril, começa a colheita de mais de 60 toneladas de cebola plantadas em cinco acres de terra localizadas no interior do terreno da Escola Primária de Mugae. Esta primeira safra dá o ponta pé inicial no programa Escola Primária Sustentável (EPS), executado pela Endeleza Internacional no Quênia. Até 2018, o novo projeto da entidade vai gerar cerca de US$ 90 mil dólares a partir da comercialização do produto agrícola no mercado aberto de Gakaromone, no condado de Meru. Todo o valor arrecadado nos próximos quatro anos de projeto serão revertidos em benefícios à comunidade local.

Desde 2011, a Endeleza Internacional, que tem sede na capital paranaense, tem atuado no Quênia para ajudar na inclusão de crianças no ensino primário. Como o sistema educacional do país, apesar de público, não é gratuito, a população é encarregada de custear as despesas que os filhos têm na escola, como merenda, material didático e uniforme, além do salário dos professores.

No entanto, são poucas as famílias que conseguem arcar com os custos da educação. De acordo com dados de 2014 da UNESCO, o Quênia é um dos países com maior número de crianças fora da escola, contabilizando mais de 1 milhão. Apesar da expectativa de que uma criança tenha vida escolar de no mínimo 11 anos, lá a média nacional cai para 6.

Como toda organização do terceiro setor sabe, o desafio de gerar e manter recursos é imenso. Para garantir a autonomia financeira e social das comunidades atendidas no país, conta José Seleme, co-fundador e presidente da entidade, foi necessário pensar em um modelo de desenvolvimento sustentável inovador.“A ideia de capacitar a própria escola como fonte geradora de recursos surgiu da necessidade de quebrar os vínculos de dependência com doadores e da comunidade sobre nossos projetos”, explica.

Nos próximos quatro anos, todos os recursos gerados por meio da agricultura vão garantir a longo prazo a autossuficiência da escola, que atualmente atende alunos entre 3 e 15 anos em oito anos de ensino primário (standard 1-8), além de dois anos iniciais de pré-educação. Como as famílias dos alunos serão responsáveis, no futuro, pelo gerenciamento do programa, com a renda do programa será possível não só manter o funcionamento da escola mas também gerar postos fixos de trabalho - professores e funcionários responsáveis pela colheita.

Prepare o presente de Dia das Mães com a Oficina de ikebana

Fundação Mokiti Okada prepara oficina especial durante todo o mês de maio

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Deseja presentear sua mãe com algo diferente? Que tal você produzir esse presente? O grupo Ikebana Sanguetsu, da Fundação Mokiti Okada, oferecerá oficinas de ikebana em homenagem ao Dia das Mães. A atividade ocorrerá entre os dias 6 e 7 de maio, em São Paulo (SP), e durante todo o mês de maio, em outras localidades do Brasil.

A oficina será ministrada por uma instrutora de ikebana, que desenvolverá uma atividade teórica e uma prática voltadas para a essência de ser mãe e o despertar do sentimento de gratidão. Inicialmente, por meio de textos e vídeos, será abordada a história dessa arte tradicional japonesa. Em um segundo momento, os participantes montarão o arranjo e receberão igualmente um vaso, um maço de flores e uma apostila com instruções sobre ikebana.

Programação:             

Dia: 6 de maio (sábado)

Horário: 10 horas

               13 horas

               15 horas

Dia: 7 de maio (domingo)

Horário: 10 horas

Os encontros serão à Rua Morgado de Mateus, 77, Vila Mariana – São Paulo (SP). O valor da oficina é de R$ 50,00 por participante. Inscrições até 5 de maio, por meio do telefone: (11) 5083-8283.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Alimentação Natural x Ração

É preciso entender as necessidades do seu pet para não comprometer a saúde dele com alimentação inadequada 

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Os cuidados com os pets também incluem uma boa alimentação e atualmente existem diversas opções de rações, marcas e sabores para cães e gatos. Os tutores muitas vezes ficam em dúvida de qual é a mais indicada para o seu bichinho ou ainda se não seria mais saudável ele ter uma alimentação natural. Inclusive, muitas pessoas acreditam que a ração é como o nosso alimento industrializado e que só traz malefícios aos animais – o que não é verdade. Mas afinal, o que é melhor: ração ou alimentação natural?

“A melhor alimentação é aquela que supre todas as necessidades nutricionais do animal e isso é possível com os dois tipos de alimentos desde que eles sejam completos e balanceados, e com a recomendação do médico veterinário”, afirma o Dr. Cauê Toscano, veterinário e chefe da equipe do Vet Quality Centro Veterinário 24h. Em outras palavras não adianta você querer começar, de um dia para outro, a trocar a forma de alimentação do seu pet. É preciso ter o aval de um profissional. 

Para os tutores que passam mais tempo em casa e conseguem ter uns minutinhos disponíveis no dia a dia, a alimentação natural é uma boa pedida, principalmente se o cão for um pouco mais exigente para comer, ou ainda se ele estiver doente ou tiver alguma alteração específica que não conseguirá ser suprida pela ração. O tema está tão em pauta que já existem empresas que comercializam alimentos congelados para pets. Mas é preciso ter atenção! Todo alimento refrigerado (por até 3 dias) ou congelado deve ser retirado antecipadamente e deixado na temperatura ambiente – ou seja, nada de micro-ondas ou comida requentada, pois ela perde todos os nutrientes necessários. 

Isso não significa que a ração seja algo ruim. Toscano explica que existem diversos mitos que rondam o segmento, principalmente pela grande variedade do mercado, que acaba gerando dúvidas. “Existem diversas empresas idôneas de rações que são continuamente fiscalizadas para que tudo esteja de acordo com os níveis de garantia que ela oferece. O mais importante no momento da escolha do alimento é receber a orientação do veterinário e respeitar as quantidades recomendadas e os petiscos que podem ou não serem oferecidos. Dessa forma o pet terá uma vida saudável e longa”, conclui. 

A ração inclui todos os nutrientes, vitaminas e minerais que o animal precisa, enquanto que na alimentação natural é preciso estar sempre atento e ter cuidado com as variações, pois os diferentes ingredientes que estão sendo trabalhados podem desbalancear totalmente a comida dos bichinhos. Além disso, nestes casos, é sempre necessária a suplementação vitamínica e mineral. No caso dos gatos, preparar a comida pode ser ainda mais complicado, pois é preciso uma suplementação mais específica que encarece a produção e vai ainda mais além: os felinos, pelo comportamento petiscador e pela aceitabilidade, podem não ingerir todos os alimentos necessários ao longo do dia. 

“Sem o cuidado adequado existe o risco de gerar deficiências nutricionais que podem refletir na pele, ossos, sistema imune, gastroentérico, entre outros, de qualquer animal. A alimentação natural deve ser preparada por um veterinário com capacidade para isso e como as rações já são alimentos balanceados e completos eles trazem uma segurança em saber que o pet está recebendo todas as necessidades que precisa”, finaliza o veterinário.  A saúde do seu melhor amigo nunca esteve tanto “em suas mãos”, mas é importante frisar que para cada caso existe uma especificidade e quem deve avaliar a melhor alimentação para o seu bichinho é o profissional de sua confiança – assim você garante que está envolvendo amor e saúde como ingredientes da mesma tigela. 


domingo, 9 de abril de 2017

Especialista orienta como rentabilizar o dinheiro do FGTS

Usar todo o dinheiro da conta inativa do FGTS de forma desordenada pode levar o beneficiário a perder a oportunidade de ampliar seu saldo de forma consistente; aplicações seguras e eficientes podem ser uma saída para multiplicar esse fundo.

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Os brasileiros já começaram a realizar saques de suas contas do FGTS classificadas como inativas. A estimativa do governo federal é de que 30 bilhões de reais sejam injetados na economia do país, montante que representa 0,5% do PIB. No total, 30,2 milhões de trabalhadores poderão realizar os saques, sendo que 80% possuem até 1.500 reais nas contas. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que entre as pessoas que pretendem realizar os saques, deve destinar o dinheiro principalmente ao pagamento de dívidas (38%), pagamento contas do dia a dia (34%) e para guardar ou investir 20%.  O professor de investimentos Rafael Mariano, orienta que, antes de usar todo o crédito de forma desordenada, é importante conhecer sobre as modalidades mais rentáveis de investimento.

De acordo com Mariano, o medo e a falta de orientação adequada levam muita gente a usar o dinheiro de forma inadequada e gastar tudo de uma vez ou fazer aplicações erradas e até apenas pagar contas e não conseguir fazer o recurso render nada. O professor explica que uma pessoa que depositou R$ 100 em Poupança em maio de 2012 (início das novas regras de correção da caderneta) acumulou uma rentabilidade negativa de quase 1%. Isso se justifica porque de maio de 2012 a janeiro de 2017, a Poupança acumulou rendimento bruto de 36,82%. Entretanto, a inflação descontrolada do período até dezembro de 2016 chegou a 37,73%. Já quem busca investimentos como Tesouro Direto e mercado de ações, segundo Mariano, recebe lucros bem acima da inflação e, mesmo que o mercado em geral não esteja bem, essas sempre serão alternativas mais rentáveis, porque oscilam com os juros do mercado e o movimento de companhias de capital aberto.

Aplicação no porquinho

O especialista alerta que quem usa os métodos antigos para guardar dinheiro, como o bonitinho e velho porquinho ou embaixo do colchão, seja qual for a condição do mercado, certamente perderá dinheiro. Ele orienta que, um porquinho gordo, daqueles que cabem um bom dinheiro, passa a ser ícone de prejuízo quando o dinheiro não é levado urgentemente para uma aplicação. “Se o porquinho conseguir guardar R$ 500, por exemplo, e seu dono investir esse dinheiro no Tesouro Direto, em três anos ele terá R$ 583 - R$ 39 a mais que na poupança”, orienta Mariano.

Tecnologia a serviço das finanças

Muita gente enxerga o mercado de ações como um bicho de sete cabeças e prefere investimentos mais tradicionais, no entanto, menos rentáveis. “Tem gente que não tem tempo ou paciência para acompanhar seus investimentos com a atenção que o mercado de ações, por exemplo, precisa.  Para auxiliar esses investidores temerosos, o curso Aulas de Bolsa lançou o Robô Fric, que opera segundo uma estratégia de investimentos determinada pelo aluno.  A estratégia pode ser baseada em gráficos, regras de preços e análise técnica, conforme o que é ensinado nos cursos do Aulas de Bolsa. O robô poderá operar em uma frequência alta, realizando várias transações por minuto, ou em uma frequência baixa, onde poucas transações são realizadas ao longo de um dia ou mesmo semana. “Além de ensinar o uso do robô, nós ainda mantemos um suporte full time para os alunos”, explica Mariano, que também é criador do robô.

Livros usados podem ser trocados por descontos na Fnac

Livros serão doados para instituições educacionais e consumidor poderá ter descontos de 20 reais em novas compras 



Até o dia 30 de abril de 2017, qualquer livro usado vale R$ 20,00 nas lojas Fnac na compra de R$ 100 em livros. Dois livros usados valem R$ 40,00 de desconto na compra de R$ 200 em livros, e assim por diante. Para obter o desconto, basta entregar o livro usado no caixa, na hora da compra. Esta campanha, valida em todas as lojas Fnac, exceto site e Fnac GRU, chama a atenção para duas datas em abril muito importantes para o mercado de livros: o Dia Internacional do Livro Infantil (02 de abril) e o Dia Nacional do Livro Infantil (18 de abril). Todos os livros usados recolhidos serão doados a instituições educacionais indicadas pelo Instituto Ayrton Senna.

domingo, 2 de abril de 2017

8 dicas para combater o estresse

Adultos e jovens sofrem cada vez mais como o estresse causado pela correria cotidiana, pelo excesso de atividades que devem ser desenvolvidas no decorrer do dia

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Um estudo realizado pela International Stress Management Association (Associação Internacional do Controle do Estresse) aponta o Brasil como o segundo colocado no ranking de países com o maior nível de estresse no mundo. Segundo o levantamento, de cada dez trabalhadores, três pelo menos sofrem da doença. E esses números não estão relacionados apenas aos trabalhadores e jovens, as crianças também são acometidas pelo problema. 

Para a coordenadora de Psicologia do Hospital VITA Batel, Luciane Bozza Bertoncello, é necessário buscar alternativas para manter o bom humor e a qualidade de vida. “Assim como diz a música, é preciso saber viver. A pessoa tem que procurar atividades para driblar o mau-humor e ter uma vida leve e mais agradável”, aconselha Luciane.


Confira as dicas da psicóloga para combater o estresse e melhorar a qualidade de vida:

           1 - Comece o dia desejando "bom dia" a todos que encontrar, seja no elevador, no trabalho, na academia, mesmo que a pessoa não lhe responda. Devemos ser persistentes, um dia o cumprimento será retribuído.

           2 - Conheça pessoas e faça novas amizades, aumente o seu círculo de amigos.

           3 - Viaje: seja para longe ou perto, com dinheiro ou sem dinheiro, sozinho ou acompanhado, o importante é sair da rotina por, pelo menos, um período no ano.

           4 - Tenha um hobby: para o homem acaba sendo mais fácil ter um amigo para ir pescar, jogar ou assistir partidas de futebol, torcer por um time ou andar de moto. Já as mulheres quando não estão trabalhando e são mães, tendem a encontrar atividades que envolvam os filhos ou, até mesmo, limitam-se a dar um jeito na casa. Por incrível que pareça, isso é mais frequente do que se pensa e não é saudável. Ela precisa encontrar um hobby somente dela. Trabalhos manuais são excelentes opções, assim como a dança, esportes ou mesmo um jantar entre amigas regularmente. Não podemos esquecer que o ideal é que o hobby não tenha semelhança com a profissão e com as obrigações do cotidiano.

           5 - Boas noites de sono: se é algo que afeta o humor é o sono. Por isso, além das oito horas indicadas pelos especialistas, é preciso manter o ambiente com carinho.  Colchão e travesseiros de boa qualidade, assim como uma roupa de cama limpa e cheirosa darão o aconchego necessário. Esses cuidados vão deixar o sono muito melhor. Vale o investimento!

           6 - Alimentação adequada: tenha uma dieta composta por alimentos saudáveis e que façam bem ao intestino. Buscar o auxílio de um nutricionista poderá ajudar.


           7 - Brinque! Lembre-se: adultos também brincam.


           8 - Busque atividades que lhe façam bem e divirta-se!

A intoxicação nos pets

Quais plantas são um grande perigo em casa? E os produtos de limpeza? Conheça os sintomas e como proceder

Divulgação Hercosul Alimentos

Curiosos e travessos, cães e gatos são suscetíveis à ingestão de substâncias perigosas como plantas e produtos de limpeza. Segundo o Centro de Informação Toxicológica do RS (CIT-RS), os animais de companhia, principalmente cães e gatos, são responsáveis por 90% dos casos registrados. 

A especialista da Hercosul Alimentos, a veterinária Esther Reinheimer, explica que os sintomas de uma intoxicação são parecidos com o de outras doenças, o que requer ainda mais atenção. “Uma simples indisposição alimentar pode causar vômitos nos animais, porém, esse sintoma aliado a outros, como febre, anorexia, diarreia, salivação excessiva e convulsões, por exemplo, indicam que o pet pode estar intoxicado”, conta.

No entanto, todo cuidado é pouco, pois cães ou gatos podem não apresentar todos os sintomas de uma vez só. Se o tutor observar bem vai notar que algo não está bem com o pet e isso inclui depressão e tristeza também. 

O primeiro passo é levar ao veterinário com urgência para que as medidas sejam tomadas o mais rápido possível, evitando possíveis sequelas ou até o óbito do animal. “Muitos pets não suportam o nível de toxicidade de uma planta ou de um desinfetante, por exemplo. Além disso, além da contaminação oral, também pode ocorrer a intoxicação mista - que afeta também a pele do bichinho”, alerta.

Animais peçonhentos, abelhas, marimbondos, medicamentos armazenados incorretamente, plantas, desinfetantes de vaso sanitário, cosméticos, bebidas alcoólicas, cigarros e gás de cozinha são apenas alguns dos riscos que encontrados dentro da casa do tutor. 

“O perigo está muito perto da gente e na primeira distração somos surpreendidos pelo acidente. Um simples chocolate, por exemplo, pode causar uma séria intoxicação, pois esse alimento é extremamente tóxico para os cães”, completa.

Os gatos são mais sensíveis às substâncias tóxicas e muito seletivos na ingestão de qualquer coisa. Porém, o ato de lamber os pelos pode acarretar a intoxicação de algum produto utilizado na limpeza da casa. Optar por materiais atóxicos é uma prova de prevenir. Além disso, são muitos os produtos desenvolvidos especialmente para quem tem pets em casa. 

Divulgação Hercosul Alimentos 

“As medidas preventivas podem evitar um acidente grave com seu bichinho de estimação. O banheiro, a cozinha e a área de serviço devem estar trancados ou sem exposição de produtos químicos. Informe-se sobre quais plantas são tóxicas para os animais e evite tê-las em casa”, diz. Antúrio, Comigo-ninguém-pode, Azaleia, Lírio e Lírio da Paz e a Violeta são alguns exemplos de plantas com alta toxicidade para os animais.  

Outro erro comum dos tutores é a automedicação. “A única pessoa capaz de receitar um remédio para o pet é o veterinário, pois o profissional leva em consideração não somente os sintomas, mas o peso, o porte e outros fatores que a maioria desconhece”, avalia.  

A decisão por adotar ou comprar um animal de estimação influencia positivamente na vida de todos os envolvidos. Porém, é preciso estar ciente da responsabilidade que isso envolve. “Quem ama, cuida. Além disso, prevenir acidentes e incidentes é um grande ato de amor”, conclui Esther.

domingo, 19 de março de 2017

Crítica: Mistborn: Nascidos da Bruma

Sanderson continua com a narrativa afiada mas coloca seus primeiros erros em ação na trilogia



Brandon Sanderson é, talvez, um dos autores que mais causam euforia nos grupos de leitura. Ele deve ser um dos grandes nomes da fantasia atual que vai perdurar alguns bons anos na memória dos leitores, e não é para menos. Após o lançamento do volume único de Elantris (que você pode conferir a crítica neste link), é pouco viciante para quem lê, querer continuar com a mesma qualidade de narrativa em suas próximas aventuras. Com uma proposta diferenciada, porém ainda no cenário da fantasia, a série Mistborn: Nascidos da Bruma tem muito ainda que nos surpreender.

De seu primeiro volume, O Imperial Final, ao último, O Herói das Eras, os cenários continuam os mesmos fisicamente, mas o enredo inteiro se transforma – o que dá uma idéia de cronologia um pouco diferente do que ocorre, na verdade. A impressão é que se passaram décadas entre um e outro, e não apenas um ano ou dois. Mas isto é apenas uma sensação. O Império Final traz como protagonista uma personagem feminina, Vin, que quebra todos os esteriótipos de donzela, princesa ou mais recentemente, de damas inteligentes e manipuladoras. Vin é simples: uma criança que cresceu entre ladrões, se precavendo do universo masculino, da nobreza, da confiança e da amizade. Porém, ela se descobre ser uma Nascida das Brumas, um dos pouquíssimos alomanticos com o poder de controlar todos os metais - assim como Kelsier, o líder da rebelião ska (digamos, os pobres) que luta contra a nobreza e o sistema criado pelo Senhor Soberano.  Mistborn é, portanto, pura lógica e magia. Em meio a todo este processo, há Elend Venture, filho de um nobre e herdeiro de uma das Casas mais influentes do Império, que é justamente o contrário de Vin no quesito de “quebra de esteriótipos): um grande cavalheiro, inteligente, charmoso, bonito, justo e bom.

Como o objetivo aqui não é dar spoilers, é preciso seguir sem contar nada que possa estragar a história para o leitor. Se você espera pelo óbvio, esqueça. Mistborn é cheio de “pegadinhas” que te jogam a outros pensamentos, afastando-o do verdadeiro fim. São diversos personagens e raças que possuem suas próprias histórias para contar e Sanderson consegue fazer com que todas elas se choquem em um final impressionante. Mas veja bem, impressionante não quer dizer excepcionalmente bom. A partir do segundo volume, O Poço da Ascensão, o autor começa a ditar o ritmo onde a magia é importante, mas a religião é quem comandará a série como um todo. Personagens chatos que poderiam muito bem nunca terem existido, estão ali. Outros tão bons parecem perdidos em um ar carregado de falsos cenários políticos e lutas. E apesar das coisas começarem a se encaixar, a mente do leitor divaga um pouco, acreditando que sua idéia original seria um final melhor, embora mais previsível.

Mistborn deixa claro que uma boa história com personagens mal desenvolvidos ou escritos podem ser um grande problema. Afinal, o que fazer quando você, leitor, acredita que apesar desses problemas o fim será muito, mas muito *demais*, e chega ao fim e diz: “Ah, nossa! Legal, mas precisava ser assim mesmo?”. Brandon Sanderson se empolgou muito e perdeu a mão na hora de encerrar a sua série com chave de ouro. Há opiniões diferentes, é claro. Muitos adoraram, outros nem tanto.


De fato, ele consegue entregar todas as pontas soltas dos três volumes, muito bem amarradas e acredito que, assim como no meu caso, o final te fará refletir em inúmeras outras coisas: religião, criação, universo, vida, morte, conhecimento, ignorância, poder, e sinônimos de tudo isso que nem sempre querem dizer a mesma coisa. Mistborn é bom? Sim. Vale a leitura? Claro. Mas ainda falta a mesma “sensibilidade” e o toque sutil aos personagens que foram tão bem criados em Elantris

domingo, 5 de março de 2017

Os benefícios da banana

Aprenda a fazer a biomassa de banana verde, uma das frutas mais nutritivas e multifuncionais 

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Seja ela ouro, nanica, prata, caturra ou maçã. Comum no hábito alimentar da maioria das pessoas, a banana é uma das frutas mais consumidas pelos brasileiros. Nutritiva e prática para o consumo, a lista de benefícios para a saúde é imensa - é rica em fibras, potássio, magnésio, fósforo e vitaminas do complexo B, e boa quantidade do aminoácido triptofano, fundamental para as funções cerebrais.

Segundo a nutricionista do Hospital Nossa Senhora das Graças, Sueleen Rodrigues, a fruta é indicada como alimento para evitar cãibra, para quem faz uso de diuréticos, para ajudar no emagrecimento e perfeita para consumo antes de atividades físicas. “Ela também é indicada no combate a depressão e baixo humor, porque auxilia no aumento da produção da serotonina, um neurotransmissor responsável pelo bem estar e prazer”, comenta Sueelen.

A dica da nutricionista é consumi-la logo no café da manhã. “A fruta pode ajudar o dia a começar melhor, pois ajuda no bom humor. Misturá-la com chia ou linhaça batidos com leite é uma ótima opção”, recomenda.
A banana é também indicada para quem não abre mão da atividade física, mas sofre com as temidas cãibras, devendo ser consumida antes do treino. “Lembrando que neste caso é importante que a quantidade deve ser prescrita por um nutricionista, pois o consumo em excesso também pode refletir no desempenho da atividade física”, explica a nutricionista.

Quando verde, a fruta possui uma maior concentração de amido resistente, considerado um carboidrato de baixo índice glicêmico, que atua positivamente na liberação de glicose sanguínea, sem gerar picos, e que mantém os níveis glicêmicos mais controlados através de uma menor liberação de insulina. “Esse controle beneficia praticantes de atividades físicas e os diabéticos. Mas a banana tem que estar ainda verde, pois quando madura o amido se transforma em frutose e não apresenta o mesmo benefício”, esclarece.

É possível também apreciá-la como biomassa ou como farinha. Para ser ingerida como biomassa a banana deve ser cozida, já na forma de farinha pode ser adquirida pronta, em locais de boa procedência. “Em ambas as formas existe o benefício para o emagrecimento e para o humor. Como biomassa pode ser substituto em preparações que usem o creme de leite, já como farinha pode ser adicionada em vitaminas, sucos e iogurtes, deixando-os mais nutritivos”, diz. Mas o detalhe fica por conta da quantidade ingerida.

Outro ponto forte da banana é que, por possuir amido, promove aumento da saciedade, reequilibra a microbiota intestinal, auxilia na manutenção da integridade da mucosa intestinal e na redução de sua produção de colesterol pelo fígado.

Biomassa de Banana Verde


Confira a receita de biomassa de banana verde indicada pela equipe de nutrição do HNSG:

- Retire as bananas do cacho com cuidado, preservando os talos.
- Higienize as bananas com água e sabão .
- Coloque no fogo uma panela de pressão com água até a metade e deixe ferver.
- Assim que a água ferver, coloque as bananas higienizadas na água quente da panela de pressão para que levem choque térmico.
- Tampe e deixe em fogo alto até começar a chiar.
- Quando começar a apitar, abaixe o fogo e deixe na pressão por 8 minutos.
- Desligue e espere a pressão sair normalmente, sem forçar.
- Abra a panela e com a ajuda de um pegador, retire as bananas e vá retirando as polpas.
- Coloque as polpas em um liquidificador ou processador e bata com um pouco de água se necessário (Não utilize a água do cozimento das bananas para bater, utilize água nova).
- Não deixe esfriar, bata a polpa quente até formar uma pasta bem espessa, a biomassa .