domingo, 9 de julho de 2017

Stress exige mudança de hábitos

O nervosismo e a ansiedade acabam criando “rotinas” que precisam ser mudadas

Divulgação

Recentemente, a atriz Demi Moore revelou durante uma entrevista que chegou a perder dois dentes por conta do “stress”. Este é apenas um dos muitos males do século 21 que acarretam milhares de doenças à pessoas das mais variadas idades e posição social, e leva a mais de 100 distúrbios do sono além de problemas com ansiedade e até mesmo depressão. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), 90% da população sofre com o stress e a depressão afeta 332 milhões de pessoas, sendo que no Brasil são 11,5 milhões.

O stress pode ser causado por diversos fatores, emocionais e psicológicos, problemas pessoais ou insatisfação com o trabalho, entre outras coisas, e infelizmente fazem parte da rotina. É justamente por essa caracterização que é importante saber a hora de mudar os hábitos. “Para acabar com o stress e a ansiedade a pessoa precisa repensar o seu estilo de vida, reconhecer o qye lhe causa stress e o que lhe causa ansiedade e modificar isso. Buscar a qualidade de vida deve ser um exercício diário”, afirma a psicóloga e psicoterapeuta, Marilene Khedi.

Os sintomas são inúmeros: dores de cabeça constantes, dores nas costas, problemas gástricos, dores musculares, distúrbios alimentares, irritabilidade, dificuldade nas relações sociais, amorosas e profissionais, alterações no comportamento e pode desenvolver alguns vícios como a ingestão de bebidas alcoollicas na tentativa de algo lhe dar prazer (podemos incluir os doces e chocolates nesta categoria também).  Para amenizar o impacto do stress na saúde é preciso tirar o foco dos problemas, reduzir a tensão, manter a autoconfiança, ter uma visão positiva a seu respeito, melhorar a qualidade do sono e da respiração. Toda pessoa agitada, ansiosa em nível alto, que vivencia com muita intensidade alguns acontecimentos da vida, apresenta problemas respiratórios, em alguns casos, crônicos.

Marilene explica que é preciso ter momentos de relaxamento, parar alguns minutos e respirar profundamente. Como por exemplo, fazer alongamento com o corpo e depois observar ao redor e alongar novamente. Essa pratica traz de volta o foco para o corpo e seus movimentos. Agindo desta forma, as consequências serão benéficas ao físico, mente e alma. Evitar implicar com as situações e pessoas, ser flexível, erradicar qualquer manifestação de irritação ou raiva e até o simples fato de pensar em algo mínimo que afeta o humor são hábitos que inibem o transtorno. Do contrário, atinge e afeta o cérebro, desencadeando uma reação de stress.

Outro gatilho para aliviar o transtorno é a meditação. De acordo com a psicoterapeuta Marilene, esta opção ajuda a direcionar pessoas ansiosas e inquietas ao equilíbrio, uma vez que, na prática, atua auxiliando a encontrar um modo tranquilo para resolver os problemas do cotidiano e situações adversas. Possui também papel terapêutico, pois ensina a prestar mais atenção às emoções e ao corpo, a lidar de forma diferenciada com o stress, a manter uma atitude mental positiva diante dos desafios e, também, promove profundo relaxamento, o qual é essencial para uma vida de qualidade.

Além dos hábitos alimentares saudáveis e da prática constante de atividade física – que são cientificamente comprovados como benéficos à saúde mental emocional –, outro gatilho para aliviar o transtorno é a meditação. De acordo com a psicoterapeuta Marilene, esta opção ajuda a direcionar pessoas ansiosas e inquietas ao equilíbrio, uma vez que, na prática, atua auxiliando a encontrar um modo tranquilo para resolver os problemas do cotidiano e situações adversas. Possui também papel terapêutico, pois ensina a prestar mais atenção às emoções e ao corpo, a lidar de forma diferenciada com o stress, a manter uma atitude mental positiva diante dos desafios e, também, promove profundo relaxamento, o qual é essencial para uma vida de qualidade.

Por isso, é bom ficar atento: o stress pode fazer você perder mais do que apenas um dente. O mais importante, no entanto, é mudar. Não mudar apenas os “hábitos”, a “rotina da ansiedade”, mas se propor a mudar a si mesmo, pois para vencer o stress é preciso, antes de mais nada, o esforço próprio.


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